Cartoon…

Novembro 25, 2008

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Será que estão baratas ou estão caras?

Novembro 25, 2008

Por Eric Martin e Michael Tsang, Postado no blog Lucrando na Bolsa.

A compra das ações mais baratas já comercializadas nos EUA desde a Presidência de Ronald Reagan (1981-1989) pode ser uma aposta incauta. Os investidores estão pagando US$ 9,24 por dólar previsto de lucro operacional no próximo ano por papéis de empresas constantes do Índice Standard & Poor”s 500, metade da mediana de duas décadas de US$ 18,10, segundo dados reunidos pela Bloomberg. Embora isso possa sugerir que as ações vão recuperar-se de sua pior queda desde 1931, os diretores da Key Private Bank, do Morgan Keegan e do Hartford dizem que as ações deverão continuar caindo, uma vez que os lucros estão abaixo das estimativas de Wall Street de 14% de crescimento no ano que vem.

Empresas que vão desde a New York Times Co. até a Tesoro Corp. podem revelar-se caras com base nos lucros do ano que vem, depois que seus resultados ficaram aquém dos prognósticos em mais de 20% em 2008. Os lucros das empresas monitoradas pelo S&P 500 caíram por cinco trimestres seguidos, seu maior período de retração consecutiva desde a recessão de 2001, quando as ações americanas caíram por sete outros meses depois que os lucros alcançaram seu ponto mais baixo, segundo dados reunidos pela Bloomberg. O mesmo comportamento, caso se repita, deixará as ações americanas atoladas em uma retração por mais um ano.

“Os mercados tendem a sair de um movimento de liquidação maciça muito mais devagar que o previsto”, disse Bruce McCain, estrategista-chefe de investimentos do Key Private Bank “Os lucros vão mostrar as mesmas tensões. As pessoas têm de se resguardar, para não pegar a batata quente.”

 

Acesse o blog Lucrando na Bolsa


A Fazenda e o malabarismo com as contas

Novembro 25, 2008

Por Carlos Alberto Sardenberg

O Ministério da Fazenda sustenta que está fazendo um ajuste fiscal pois as despesas de custeio, pessoal e previdência estão crescendo abaixo da expansão das receitas e do Produto Interno Bruto (PIB) nominal. É o que diz hoje, por exemplo, o secretário do Tesouro, Arno Augustin.

É verdade que as despesas seguem atrás, mas isso não é ajuste.

Ocorre que a inflação, que ficou alta neste ano, afeta diretamente a arrecadação de impostos, feita sobre preços nominais, e impacta imediatamente a apuração do PIB. Ou seja, é como se receita e PIB fossem indexados à inflação, mensalmente.

A despesa não é. Os gastos dependem do que está previsto no orçamento e não são corrigidos todo mês pela inflação decorrida.

Assim, quando a economia cresce mais forte que o previsto e quando a inflação também avança mais que a previsão, como ocorreu, a receita e o PIB vão necessariamente mais depressa que a despesa.

Mas o movimento inverso também ocorre. Quando a economia desacelera e a inflação cede, receita e PIB nominal caem, mas não as despesas, ou a maior parte das despesas.

Tome-se o caso dos gastos com pessoal. No acumulado janeiro a outubro de 2008, os gastos com pessoal cresceram 10,1% sobre o mesmo período do ano passado. A arrecadação total aumentou 18% e o PIB nominal, 12,7%.

Arrecadação e PIB podem desacelerar, mas os gastos de pessoal não caem. E o governo já acertou e contratou diversos reajustes para os próximos anos.

Em resumo, as contas públicas estão sendo beneficiadas por um período excepcional de crescimento com inflação.

Outro malabarismo. A Fazenda diz que o crescimento dos investimentos foi de 74% (no caso do Projeto Piloto de Investimentos, obras públicas) e de 41% quando se contabilizam todos os investimentos, incluindo setores de saúde e educação. Faz uma boa impressão, mas é que se parte de valor muito baixo.

Até outubro, por exemplo, o gasto total com investimentos foi de R$ 20 bilhões. Os outros três itens de despesas: previdência, R$ 160 bilhões, pessoal, R$ 102 bilhões; e custeio, R$ 106 bilhões.


Falta de crédito abala sucroalcooleiras; destaque a empresas capitalizadas

Novembro 25, 2008

Por InfoMoney.

O Credit Suisse afirmou que suas perspectivas são que o preço do açúcar suba no próximo ano e haja diversas oportunidades de fusão e aquisição no setor dentro do País. A nova análise foi feita com o objetivo de mensurar os impactos da falta de crédito no Brasil.

Segundo o banco, com a escassez de liquidez, os produtores açucareiros estão tendo dificuldades para pagar os fornecedores de cana, além de alguns já não estarem conseguindo rolar suas dívidas de curto prazo.

Entre outras implicações apontadas pela equipe estão o menor investimento em fertilizantes no ciclo de 2009/2010 e adiamento de projetos no setor que deveriam ser iniciados na próxima safra.

 

Perspectivas

O Credit Suisse lembrou que a proporção de oferta/demanda estimada pelo USDA (United States Department of Agriculture) durante a safra de 2008/2009 é de 23,8%, baixa frente ao pico de 28,8%. “Não ficaríamos surpresos de ver essa proporção caindo ainda mais para 21-22%”, afirmou.

No entanto, o esperado é que o consumo de etanol suba no próximo ano, caso as vendas de carros total-flex se mantenham estáveis no Brasil. “Mesmo que as vendas automobilísticas caiam 20%, ainda haverá demanda adicional”.

O que pode prejudicar a demanda do produto, na visão dos analistas, é a desvalorização do barril do petróleo que, se cair abaixo de US$50 por barril, deve fazer com que o etanol perca sua vantagem competitiva.

 

Companhias beneficiadas

A equipe afirmou acreditar que companhias bem capitalizadas se beneficiarão significantemente de uma menor proporção de oferta e demanda em 2009. Os dois exemplos foram a Cosan (CSAN3), cujo preço-alvo é de R$ 19,00, e a São Martinho (SMTO3), com preço-alvo de R$ 11,00.

“Elas não terão que reduzir seus investimentos em campos açucareiros, mas talvez apenas atrasar alguns de seus planos de expansão”, justificaram os analistas.


Então, você ainda espera que a China salve o mondo?

Novembro 18, 2008

Por Samuel Ramos, Clube Vienna Blog.

 Sim, eu sei que os dados trimestrais do Partidão Chinês dizem que a economia deles cresceu 9% nos últimos 12 meses, número um pouco menor que os 10,4% anunciados ao fim do primeiro semestre.

Também sei que muitos analistas contam com eles para salvar o mondo da recessão, sobretudo aqui no Braziu, importante fornecedor de matérias-primas utilizadas na produção manufatureira da China.

Porém, é preciso ter em mente o conceito estabelecido por Benjamin Disraeli quando avaliamos os números divulgados pelo Partidão: “existem mentiras, mentiras malditas e estatísticas”.

Dois indicadores, por exemplo, parecem dizer muito mais que os números oficiais: são eles o BDI (Baltic Dry Index, vide glossário) e os dados recentes sobre a geração de energia elétrica naquele país:

 

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Baltic Dry Index:

      Compre um sorvete, ganhe um frete transoceânico

 

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Geração de energia elétrica (electricity output) na China:

Maior queda em uma década

 

Acesse o Clube Vienna Blog


Um pouco do mundo real

Novembro 18, 2008

Sugestão de leitura:

In bad economy, boat owners abandon their vessels no US Today


Vienna Investidor – Edição Inaugural

Novembro 18, 2008

Vienna Investidor – Download

 

Relatório disponível no Clube Vienna seção Downloads


Vale Falls as Santander Cuts Share Estimate on Global Outlook

Novembro 18, 2008

By Paulo Winterstein, Bloomberg.

Nov. 17

Cia. Vale do Rio Doce, the world’s biggest iron-ore producer, fell to the lowest this month after Banco Santander SA cut its forecast for the U.S.-traded shares by half because of a “more challenging” global outlook.

Rio de Janeiro-based Vale dropped 4.1 percent to 23.50 reais in Sao Paulo trading at 10:22 a.m. New York time. The American depositary receipts fell 2.8 percent to $11.15 in New York.

Vale’s ADRs will likely trade at $18 each at the end of 2009, wrote analyst Felipe Reis. That’s a 55 percent cut from his previous estimate of $40 for the ADRs.

“We are adjusting our estimates for Vale in order to reflect the more challenging scenario in the commodities market,” Reis wrote in a note. The cut takes into account ”the significant global economic slowdown,” he wrote.

Merrill Lynch & Co. today cut its 2009 economic growth forecast for Brazil to 2.9 percent, from a previous estimate of 3.1 percent, as scarcer credit and the lagging effect of monetary tightening weigh on consumer demand. Britain’s biggest business lobby said the U.K. slump may be deeper than earlier predicted and Japan entered its first recession since 2001.

Iron-ore contract prices, at records after six years of gains, may halve next year as demand from China slumps, Australia & New Zealand Banking Group Ltd. said today in an e-mailed report. Goldman Sachs JBWere Pty, UBS AG and Macquarie Group Ltd. have lowered forecasts for iron ore since October.


Exportação de carne bovina para a Rússia caiu pela metade

Novembro 18, 2008

Por Alvaro Gribel, Blog da Miriam Leitão.

A crise financeira que atingiu em cheio a Rússia respingou por tabela nos exportadores de carne bovina do Brasil. As exportações para o país em outubro simplesmente caíram pela metade porque os compradores russos não conseguiram finalizar as compras já contratadas.

Segundo relatório da Scot Consultoria, em setembro foram enviadas 64,33 mil toneladas equivalente de carcaça para a Rússia e em outubro o volume caiu para 32,15 mil toneladas.

Para se ter uma idéia de como a Rússia é um mercado importante para a carne bovina do Brasil, um quarto de tudo que é exportado é destinado aos russos. Como eles ficaram com dificuldade de crédito, forçaram renegociações de preços com os exportadores brasileiros.

- Os russos disseram que não tinham condições de pagar e como ficava mais caro ou até mesmo impossível trazer de volta a carne que já havia sido despachada, os exportadores brasileiros foram obrigados a reduzir preços das mercadorias – explicou a consultora Maria Gabriela Tonini.

A redução pela metade no volume de carne exportada para a Rússia provocou uma diminuição na mesma proporção no faturamento obtido com estas vendas. Enquanto em setembro o faturamento com as exportações atingiram US$ 204,08 milhões, em outubro o valor ficou em US$ 103,67 milhões.

Acesse o blog da Miriam Leitão.


Cartoon….

Novembro 18, 2008

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A hora de comprar ações é…

Novembro 18, 2008

Postado no Blog da Mara Luquet, CBN.

“… não sei, não dá para saber, porque hoje tenho uma opinião, mas amanhã terei outra, pois a situação é muito difícil”.

Dório Ferman – Opportunity

Ferman diz que não está comprando ações, mas está comprado. Para ele, não existe hora de comprar ações, o que existe é prazo. Segundo Ferman, é tola a idéia de que é possível achar o fundo do poço. 

 

“…quando o preço do petróleo chegar a US$ 25”.

Marcelo Ribeiro – Pentágono Asset

Segundo ele, haverá uma deflação global porque há um excesso de capacidade de produção, principalmente em commodities e os preços começam a cair. Até 2001 a média de longo prazo do preço do petróleo era de US$ 25. Depois essa média aumentou para US$ 75 por conta do ciclo de alta no preço das commodities. Ribeiro diz que só anima a comprar ações quando o preço do petróleo voltar para a média histórica de US$ 25 porque a bolsa brasileira está altamente correlacionada com o petróleo.

 

“…caso a caso, escolhendo empresas que tenham valor, mas que foram massacradas por esse processo de desalavancagem que está destruindo valor de tudo de forma generalizada”.

Marcelo Karvelis – Cláritas Asset Management

Karvelis diz que o fato de estar barato não significa que possa ficar mais barato, pois o fluxo de venda de ações está longe de acabar. O resultado das empresas deverá continuar vindo ruim. Portanto, as incertezas são muitos e as certezas são poucas e ruins. A que preço chega o petróleo? “Não sei”, ele diz. Mas sei que já existe uma desaceleração econômica mundial já contratada, por exemplo. No entanto, há empresas com geração de caixa consolidada, sem dívidas, que chegaram a um preço muito baixo.

 

“…sempre e nunca”.

Saul Sabbá – Máxima Asset Management 

Sabbá diz que a hora é de comprar é sempre, mas seletivamente porque ele já observa empresas que não tem problemas e estão num mercado inelástico, ou seja o consumo pode cair um pouco, mas as pessoas vão continuar usando. Essas empresas estão a um preço que já compensa. Segundo ele, o investidor tem que comprar tempo, empresas com sustentabilidade no longo prazo porque chega a um patamar de preço que só o retorno com dividendos já é enorme. Nunca comprar qualquer coisa a qualquer preço.

Acesse o Blog da Mara Luquet


Nossa Caixa…

Novembro 6, 2008

picture-2Em tempos de crise alguns papéis impressionam, mas reparem na performance nos últimos de 365 dias. No final de 2007 o papel sofria…

Com a fusão Itaú-Unibanco, os bancos Bradesco e Banco do Brasil devem em breve correr atrás, com isso a Nossa Caixa pode ser o alvo de uma possível compra e o mercado não demorou muito a responder a isso.


É prudente trocar o piloto na hora da turbulência?

Novembro 5, 2008

Tem razão de ser o comentário. Você vai no banco, contrata um fundo de investimento qualquer para que um especialista administre seu dinheiro. Claro que você pesquisou, leu o prospecto, falou com seu gerente do banco (talvez até tenha lido o regulamento do fundo, aquele contratinho cheio de letrinhas miúdas). Aí, de repente, chega o extrato na sua casa com rendimento negativo…

Pior ainda: o banco recebe a taxa de administração, independente da rentabilidade da cota.

Sempre evitei fundos de bancos. Porque não dá para saber que tipos de papéis compõe a carteira. E se for para ter somente títulos federais, é melhor ir direto para o Tesouro Direto.

Recentemente, estive em uma reunião em que o tema reinante era a crise econômica. Estavam presentes pessoas bem informadas e com recursos aplicados em fundos de investimentos de todas as classes (ações, multimercado, long short etc). Ao longo da conversa, observei que se iniciou uma corrente de repulsa aos serviços prestados pela indústria de gestão de recursos. Sem qualquer segregação ou juízo de valor, a atitude comum era de que os gestores eram incapazes de oferecer serviços de qualidade em situações de crise. “Para perder dinheiro, eu perco sozinho!” era a frase recorrente.

Ocorreu-me, então, uma imagem: um vôo internacional com os passageiros desfrutando da champanha primeira classe. Todos confiam no piloto. Sequer imaginam se foi colocado combustível suficiente ou se foram tomadas medidas de segurança. Não sabem, ao certo, que riscos corriam e desfrutam dos prazeres da viagem. Enquanto tudo ia bem, o piloto é congratulado. Diante de uma grande turbulência, o avião treme e começa a descer. Alguém a bordo recomendaria trocar o piloto por um dos passageiros?

 

Postado no blog Lucrando na Bolsa.


Economy Shifts, and the Ethanol Industry Reels

Novembro 5, 2008

Por KATE GALBRAITH, NYTimes.com.

As producers of ethanol navigate a triple whammy of falling prices for their product, credit woes and volatile costs for the corn from which ethanol is made, an economic version of “Survivor” is playing out in the industry.

Last week, VeraSun, one of the nation’s largest ethanol producers, announced that it had filed for bankruptcy protection after its bets on the price of corn turned out to be wrong — and costly.

Several other small producers have filed for bankruptcy this year, and construction plans for several Midwestern ethanol plants have been postponed or shelved. Shares in the handful of publicly owned ethanol companies have mostly been slumping all year. Aventine Renewable Energy and Pacific Ethanol, for instance, have both lost more than 80 percent of their value since the beginning of the year.

While producers pin their hopes on rising government mandates for the use of ethanol, analysts who follow the industry voice concerns that more companies could go under. They expect a wave of consolidation to sweep the ethanol business once the credit crisis eases.

Ian Horowitz, an analyst with Soleil Securities, said that he was particularly worried about BioFuel Energy, an ethanol maker. The company, based in Denver, is low on cash and has had problems similar to VeraSun’s, losing $46 million when commodity-price hedges turned out badly.

“Like the airlines, sometimes one goes in, the others run to go in, too,” said Mr. Horowitz, speaking of bankruptcy protection.

BioFuel Energy’s shares have fallen to 57 cents, from a high of $7.75 in January. The company did not respond to requests for comment.

Archer Daniels Midland, the agribusiness giant that is one of the largest ethanol producers, reported higher overall profits on Tuesday — but recorded a sharp drop in operating profit for its corn processing unit, which includes ethanol production. The company, which also announced a new $370 million investment in Brazilian ethanol made from sugar cane, is far more diversified than its smaller competitors who are focused on ethanol.

Nowadays, gasoline sold at many stations nationwide includes about 10 percent ethanol, with a few stations in the Midwest selling an 85 percent ethanol blend. Many politicians have embraced ethanol as a way to court farmers and because it is produced domestically. Most research suggests that corn ethanol offers modest benefits in lowering emissions of climate-altering greenhouse gases, though production of ethanol has contributed to rising food prices.

The federal government began mandating the use of ethanol in a 2005 energy bill, setting off a building boom in ethanol plants. A 2007 energy bill substantially raised the quotas, which will require 10.5 billion gallons of ethanol next year and 12 billion gallons in 2010.

Energized by strong government support and a profitable year in 2006, the industry redoubled its building spree. High gasoline prices also encouraged refiners to use more of the cheaper ethanol over the past year. In August, nearly 50 percent more ethanol was produced than a year earlier, and many more plants were on the drawing boards.

But then ethanol companies got a rude shock: corn prices hit record highs this summer after the Midwestern floods. That made ethanol more expensive to produce. Fearing that prices would go even higher, some producers — including VeraSun, BioFuel Energy and Glacial Lakes Energy, a South Dakota farmers cooperative — entered into contracts intended to protect them if corn prices rose.

“We were hearing $8, $9, $10” a bushel, said Jim Seurer, the interim chief executive of Glacial Lakes. “We sought protection from that.”

But after the fields dried and it became clear the nation would have a good corn harvest, the market turned again. Companies that had locked in around $7 and above were stuck watching corn fall to $4 a bushel.

In a statement last month, Mr. Seurer’s company reported “significant margin and hedging losses due to the sharp downturn in the price of corn.”

Fewer than 10 of the country’s ethanol plants have stopped operating, according to Matt Hartwig, a spokesman for the Renewable Fuels Association, an industry group. But construction times have slowed and some plants in the planning stage have been halted.

Falling ethanol prices have compounded the squeeze on producers. These roughly track gasoline prices, and are down by nearly 40 percent since June, despite a recent uptick.

On top of all that came the credit freeze, which hurt companies that needed operating loans. With companies’ share prices falling, it became difficult to raise investment capital, too. VeraSun, for example, sought to issue 20 million shares to raise money, but that failed and it was forced to file for bankruptcy protection.

A few months ago Glacial Lakes, the South Dakota cooperative, failed in its efforts to obtain financing from a group of banks, including some Wall Street lenders, Mr. Seurer said. It is asking its members — many of them farmers — for $11.3 million more to cover operational costs.

Ethanol “has been hit much harder than most other industries,” said Kevin Calabrese, an analyst at Argus Research, citing the volatility in corn and natural gas prices, the two main inputs for making ethanol.

The credit crisis will also prevent consolidation that otherwise would be expected in a hobbled industry, experts say.

“The industry should be consolidated — I think everybody believes that,” said Mr. Horowitz of Soleil. “But who is going to finance anything right now, let alone a very low-margin business that doesn’t look like it’s going to get better in the near term?”

Some are more optimistic, in part because of lower corn prices.

“The future of the industry looks very bright,” said Ronald H. Miller, president and chief executive of Aventine, citing the rising federal quotas for producing ethanol.

But he characterized the current environment as “choppy.” Aventine lost about $30 million earlier this year on certain securities, and recently delayed construction on a Nebraska plant to stretch its cash.

VeraSun, whose 14 operational plants account for 13 percent of the nation’s ethanol production capacity, announced on Tuesday that it was indefinitely delaying construction of a new plant in Minnesota, its second plant in that state to be delayed. VeraSun hopes to emerge from bankruptcy as an intact company, but it is possible the company will be sold off in pieces.


Vale: ações encontram forte resistência e podem retomar tendência de baixa

Novembro 5, 2008

Por Rafael de Souza Ribeiro, InfoMoney.

Desde a mínima de R$ 20,24 no dia 27 de outubro até a máxima de R$ 28,35 registrada na última sessão, as ações preferenciais classe A da Vale (VALE5) valorizaram-se expressivos 37%, amparadas por uma LTA (Linha de Tendência de Alta) de curto prazo.

Porém, como verificado no gráfico diário, os papéis da mineradora encontraram mais uma vez a LTB (Linha de Tendência de Baixa) de longo prazo, forte barreira que vem impedindo maiores avanços desde junho.

Além da resistência significativa, as ações respeitaram a margem superior das Bandas de Bollinger, que agora deixam os papéis da companhia em uma tendência lateral, operando entre a resistência de R$ 29,00 e o suporte de R$ 20,00.

 

Ajuste

Na visão de Eduardo Collor, analista técnico da Ativa Corretora, o sinal de reversão para baixa acontecerá quando o ativo perder com consistência sua LTA de curto prazo, encontrando assim seu primeiro suporte na casa de R$ 25,50.

Abaixo deste patamar, as ações, segundo a equipe da Focques Analistas Técnicos, testam a casa de R$ 23,00, para logo após depararem com os R$ 20,00, onde se localiza o principal suporte do gráfico diário e semanal.

Perdido este perímetro importante, os analistas da Focques acreditam que as ações ingressem em um “intenso processo baixista”, com objetivo na faixa entre R$ 17,30 e R$ 16,00.

 

Sinal de reversão

Assim como o Ibovespa, as ações da mineradora revelaram um sinal importante de alta, representado aqui pelo engolfo de alta (corpo do segundo candle cobrindo por completo o primeiro candle) no gráfico semanal.

Tecnicamente, como ressalta Juliano Carneiro, “ainda não formamos um pivot de alta no gráfico semanal, que seria importantíssimo para marcar a reversão”, mas a força do candlestick não deve ser descartada.

Na visão do consultor, somente o rompimento da LTB sacramentará a reversão total para alta, com próximo objetivo em R$ 31,10. Acima deste patamar, os analistas da Focques vêem resistência em R$ 33,00, que uma vez ultrapassada, cobre o gap do gráfico diário e leva os papéis até R$ 36,00.


Aracruz to Unwind Bad Bets on Currency

Novembro 5, 2008

By JOHN LYONS Wall Street Journal.

 

SÃO PAULO, Brazil — Brazilian pulp giant Aracruz Celulose SA, which owes more than $2 billion to a group of banks due to soured currency bets, reached a deal that will let it pay off its losses over a number of years.

The deal, between Aracruz and a handful of banks, saves the company from a potentially crippling payment, but will leave it with a debt load for years.

The deal’s hefty price tag underscored the amount of damage suffered by some Latin American companies from sharp moves in global currencies during the financial crisis. Many of these companies bet that the commodity boom would continue to drive up currencies like the Brazilian real against the dollar. But Latin American currencies crumbled in recent months as investors cut risk and fled currencies of commodity producers.

The losses are concentrated in Brazil and Mexico. In Brazil, the list includes industrial conglomerate Grupo Votorantim and poultry company Sadia. In Mexico, cement maker Cemex SAB and tortilla maker Gruma announced losses. The country’s third biggest retailer, Controladora Comercial Mexicana, filed for bankruptcy proceedings.

It could take five to 10 years for Arazcruz to pay back the $2.13 billion it owes to the banks, said Itau Securities analyst Marcelo W. de Brisac. Paying off the debt will make it harder for the company to fund investments, limiting future growth. Terms of the repayment will be determined by the end of the month.

“All growth plans are now out the window,” said Mr. de Brisac. The company’s debt service payments will equal bout 40% of its earnings before interest, taxes and amortizations, he estimates.

The losses have put a snag in other arrangements. Aracruz was being acquired by Grupo Votorantim when it disclosed the losses. The deal is on hold and it’s not clear when it will be revived.

Aracruz’s arrangement with its banks, released by the company in a statement to regulators, may show that the firms hit by the losses are resolving their problems in an orderly fashion. Aracruz’s share price, which had fallen some 70% since September on concerns about the derivatives losses, rose Tuesday.

Aracruz’s deal shows that some banks will be forced to deploy their own capital to finance repayment of currency losses. Those fears were behind Monday’s merger of Itaú Holding Financeira SA and União de Bancos Brasileiros SA. Brazilian bank shares rallied for a second day Tuesday on hopes that the consolidation of banks will continue.


Gerdau evita falar em cortes, mas assume ajuste produtivo para enfrentar a crise

Novembro 5, 2008

Por Roberto Altenhofen Pires Pereira, InfoMoney.

Após a ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo, anunciar cortes drásticos em sua produção, a brasileira Gerdau (GGBR4, GGBR3) também adotou a estratégia da adaptação ao cenário de crise internacional. Na teleconferência de seus resultados trimestrais, realizada na tarde desta quarta-feira (5), a siderúrgica assumiu que ajustará sua produção às novas perspectivas para a demanda global por aço.

No evento, a companhia não mencionou qualquer corte ou paralisação em suas unidades produtivas, associando este “ajuste” à diversificação das vendas, administração dos estoques e destacando sua flexibilidade produtiva como argumento. 

De acordo com André Gerdau Johannpeter, presidente do grupo, ainda não é possível detalhar o ritmo destes ajustes. 

 

Crise pressiona o setor

Vale relacionar que as receitas da Gerdau são fortemente dependentes do setor automotivo, que já anunciou paralisações e férias coletivas nas principais montadoras brasileiras. Nos Estados Unidos, as vendas de veículos atingiram no mês de outubro o menor nível dos últimos 25 anos.

O movimento de ajuste da Gerdau vai ao encontro do cenário mais modesto para o consumo internacional de aço. Na manhã desta quarta-feira, a ArcelorMittal anunciou corte de pelo menos 35% na produção de aço carbono dos EUA e a diminuição de, no mínimo, 30% na produção européia.


Aversão extrema ao risco nos mercados sinaliza que virada está próxima, diz UBS

Novembro 4, 2008

Por Gabriel Ignatti Casonato, InfoMoney.

A despeito da recuperação observada nos mercados nas últimas sessões, o UBS informou nesta terça-feira (4) que seu Equity Risk Appetite Indicator – indicador de apetite por risco – continua mostrando que a aversão ao risco por parte dos investidores ainda está no patamar considerado extremo pela instituição.

No entanto, o fato pode não ser tão negativo quanto aparenta. Historicamente, quando o indicador atinge seu nível crítico como o atual, os dias que se sucedem costumam ser marcados por uma virada nas condições dos mercados. E desta vez não deve ser diferente, afirma o banco.

“Nosso indicador se encontra abaixo de -3 desde o final de setembro, mas as ações ainda estão em patamares muito baixos. A virada no apetite por risco que costuma ser vista nessas condições ainda não ocorreu, mas deve estar próxima”, apostam os analistas.

 

“Virada” já pode estar acontecendo

Pelo desempenho dos mercados nas últimas sessões, a impressão que se tem é de que a “virada” a que se refere a instituição já está acontecendo. Com a forte alta desta terça-feira, o Ibovespa acumula valorização de mais de 21% nos sete últimos dias, movimento semelhante ao verificado nas bolsas internacionais.


Ethanol hangover

Novembro 4, 2008

Por Financial Times UK.

Sometimes, the best cure for a hangover is to keep drinking. But ethanol investors, hit by the shakes since they binged on the corn-based fuel in 2005 and 2006, should think twice before taking the hair of the dog. The bankruptcy of VeraSun Energy, the biggest listed US ethanol producer, is the latest grim news for a sector where listed companies have lost 80-90 per cent of their market value over the past two years. Ironically, for an industry savaged by rising corn costs, VeraSun shows that falling corn prices are one of the biggest short-term threats.

Like some rivals, VeraSun took out hedges to protect against rising prices after corn hit a record price of $8 a bushel in June. Yet those hedges backfired as bushel prices went on to halve, leaving the company strapped for cash. For others also, the recent pullback in corn prices has offered little respite. As recession fears have grown, ethanol prices have plunged in tandem with corn prices, so depriving producers of any hoped-for boost to margins.

Eventually, demand will improve. The amount of ethanol to be blended into gasoline in the US is set to quadruple by 2022 because of government mandates. With annual sales running at about $20bn, the supply glut that has pushed down ethanol prices should ease by 2010 or 2011 as demand catches up. But in the long run, low barriers to entry – all it takes to become a producer is a field of corn and a simple still – means gains will be fleeting. New producers will compete away margins, leaving the biggest buyers of ethanol – the refiners who blend it into gasoline – able to dictate prices. The likely result is prices that are sufficient to keep ethanol plants ticking over, but barely profitable. All the more reason for investors to pull up the covers and go back to bed.


Ethanol, a troubled fuel

Novembro 4, 2008

Once pitched as the potential saviour of America’s energy squeeze – ethanol is having a bad time of late.

In the latest sign the fuel may not be the answer to US dependence on foreign oil, VeraSun Energy – one of America’s largest ethanol producers – has filed for Chapter 11 bankruptcy.
According to the WSJ, VeraSun made bad bets on the corn market over the summer as grain prices reached record highs, which resulted in significant losses for the company.

The ethanol sell-off has much to do with the corresponding fall in gasoline prices, currently trading at a negative spread to oil prices. This means it’s largely unprofitable for refineries to produce. And with gasoline plunging ever deeper into the so-called negative crack, the economics are getting worse by the week says Olivier Jacob of Petromatrix.

US-produced ethanol has had other problems too. For one, the fuel needs to be hauled by truck or rail separately because its organic nature corrodes existing gasoline pipeline networks. This made it a troublesome fuel to deal with.

Secondly, the associated squeeze in corn prices, is no longer there supporting ethanol prices. The latest figures from the US Department of Agriculture (USDA) showed corn demand from ethanol actually fell by 100m bushels to 4 bn bushels, while demand for corn is also suffering because of the general US slowdown.

 

Ethanol Futures:

2711

Corn Futures
:

2709

With all the negative sentiment surrounding ethanol, it’s no surprise to see Bloomberg reporting on Monday that Goldman Sachs has dropped coverage of ethanol makers completely. According to the news agency analysts Arjun Marti (of oil super-spike fame) and Amil Mody cited the bankruptcy of VeraSun as one of the reasons for the move:

“We continue to believe the outlook for ethanol producers is challenged,’’ the analysts said in the note. “We believe this weak margin environment, coupled with the financial difficulties of producers, will keep downward pressure on ethanol shares.’’

With the fundamentals looking so weak, the role of government subsidies is now increasingly likely to come into question. US presidential candidate John McCain has already made it known he is not a fan of the aid, which amounts to some $3.5 bn a year.

Barack Obama, who can thank a surprise win in Iowa – home to America’s ethanol industry – for kickstarting his campaign, sees things rather differently.

 

Postado no Blog Alphaville do Financial Times


Goldman Hedge Fund Crushed

Novembro 4, 2008

What’s $1 billion between friends?

FT: One of Goldman Sachs‘s flagship hedge funds, run by two of the Wall Street bank’s most talented traders, has lost close to $1bn since its launch in January in further evidence of the crisis facing the industry.

Goldman Sachs Investment Partners, which was hailed in January as one of the biggest hedge fund launches, raising more than $6bn, has told investors that it had lost $989m by September. It said the fund was down about 13 per cent in the third quarter. Year-to-date performance fell about 15.5 per cent in the year to September.

And, no, you can’t have the rest of your money back:

GS Investment Partners, which imposed a two-year lock-in at launch and has a strong bias towards equities, is managed by Raanan Agus and Kenneth Eberts, former heads of proprietary trading desks at Goldman.

The fund was launched after a poor year for the bank’s quantitative, or computer-driven, hedge funds which were hit hard in August 2007 forcing the bank to inject $3bn to rescue its Global Equity Opportunities fund.

More than half of GS Investment Partners’ losses in the third quarter was from its investments in commodities, basic materials, metals, mining, energy and agriculture. But like many multi-strategy funds diversified across equity, credit markets and convertible bonds, GS Investment Partners was hit hard by losses on convertible bonds – debt instruments that can convert into equity. It said returns from the convertible asset class had been “abysmal”.

 

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Oficial: pânico inflacionário acabou

Novembro 4, 2008

Não é novidade que os bancos centrais mudam de idéia mais do que as profissionais do prazer de parceiros.

Em 2005, por exemplo, o ex-presidente do FED, Allan Greenspan, dizia, junto com o atual presidente, Bernanke, que não havia bolha imobiliária e que uma severa contração dos preços era ‘pouco provável’. Pois de uns tempos para cá o velho Greenscam não cansa de conceder entrevistas para dizer que a crise imobiliária é grave e imprecedente.

Com a disparada no primeiro semestre dos preços de diversas commodities, o que mais se ouviu entre os bancos centrais foi o pânico do “aimeudeus inflacionário”.

No caso do Federal Reserve, a tendência de corte de juros que havia sido estabelecida no ano passado teve uma pausa em meses recentes, e nesse meio-tempo se cogitou, inclusive, aumentos na taxa de juros definida pelo Fomc.

Claro que tudo não passou de um blefe. A tendência de corte acabou de ser retomada há poucos dias e caminha a firmes passos para um episódio de ZIRP (Zero Interest Rate Policy, ou juro de 0% ao ano).

Essa situação era tão previsível que em janeiro escrevi o seguinte:

(…) para 2008, em se confirmando a desaceleração na economia americana, coisa que já está acontecendo, e com a economia global também diminuindo seu ritmo, o que deverá acontecer, a tal “inflação” também irá responder com os preços recuando.

(…) Nesse cenário, a inflação em 2008 é a menor das preocupações, a não ser para aqueles que não entenderam ainda com que tipo de crise estamos lidando.

 

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Volatilidade

Novembro 4, 2008


record-volatility

 

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Itaú x Unibanco

Novembro 3, 2008

Itaú e Unibanco anunciam associação de suas operações financeiras

Novembro 3, 2008

Por Nathália A. Terra Pereira, InfoMoney.

O Itaú (ITAU4) e o Unibanco (UBBR11) unificarão suas operações financeiras de modo a formar o maior conglomerado bancário da América do Sul. A informação foi divulgada pelas empresas em comunicado enviado ao mercado na manhã desta segunda-feira (3).

De acordo com a nota, a associação contemplará uma reorganização societária que resultará na migração dos atuais acionistas do Unibanco mediante incorporação de ações para uma companhia aberta a ser denominada “Itaú Unibanco Holding”.

O controle da nova instituição será compartilhado entre a Itaúsa e os controladores da Unibanco Holdings. A transação, no entanto, ainda depende de aprovação formal por parte do Banco Central. Segundo a nota enviada, as duas instituições já vinham mantendo negociações sigilosas ao longo dos últimos 15 meses.

 

Relação de troca

As ações ordinárias do Unibanco e da Unibanco Holdings pertencentes a acionistas não controladores serão substituídas por ações ordinárias da nova instituição financeira, de acordo com uma relação de troca de 1,1797 de papel existente para um papel novo. Por sua vez, cada 1,7391 fração de unit do Unibanco dará origem a um papel do Itaú Unibanco Holding.

Já a relação de troca das ações preferenciais do Unibanco e da Unibanco Holdings será de 3,4782 ações existentes para um novo papel. Por fim, cada 0,17391 GDR (Global Depositary Receipt) do Unibanco dará origem a uma ação do novo banco. Confira a tabela com as relações de troca:

Mudanças societárias

No atual momento, o Banco Itaú possui 54,4% de seu capital controlado pelo mercado, ao passo que os 45,5% restantes cabem à Itaúsa. Já o Unibanco tem 58,3% de seu capital detido pela Unibanco Holdings, que por sua vez, possui 67,1% de suas ações no mercado e os 32,9% restantes pertencentes ao Grupo Moreira Salles.

Se de fato aprovada, a transação promoverá mudanças profundas no quadro societário das instituições envolvidas. O Itaú Unibanco Holding terá 50,6% de seu capital no mercado, 18% detido pela Itaúsa e 26% controlado pela IU Participações, companhia que será a grande controladora da nova instituição surgida pela associação entre o Unibanco e o Itaú.

A IU Participações terá 66% de seu capital nas mãos da Itaúsa, enquanto que os 33% restantes ficarão a encargo dos controladores do Unibanco.