It’s the economy, stupid!

Outubro 31, 2008


This Volatile October

Outubro 31, 2008

Vídeo bacana: Good Magazine


Oil Falls on Concern the Economic Contraction May Reduce Demand

Outubro 30, 2008

Por Mark Shenk, Bloomberg.

Crude oil fell on concern that the biggest decline in the U.S. economy since 2001 will further curb fuel demand in the world’s biggest energy consuming country.

Oil retreated after a Commerce Department report showed that gross domestic product contracted at a 0.3 percent annual pace in the third quarter. Also, UBS AG cut its forecast for oil prices for next year by 43 percent to $60 a barrel from $105 because the global economic slowdown may reduce demand.

 

“Views about the economy have been the primary movers of the energy market since July,” said Adam Sieminski, Deutsche Bank’s chief energy economist, in Washington. ”Just about everyone agrees that the U.S. is in a recession. What is contestable is how bad it will be.”

Crude oil for December delivery dropped $1.54, or 2.3 percent, to settle at $65.96 a barrel at 2:42 p.m. on the New York Mercantile Exchange. Futures touched $70.60, the highest since Oct. 22. Prices, which have tumbled 55 percent since reaching a record $147.27 on July 11, are down 27 percent from a year ago.

Oil climbed more than $4 a barrel yesterday, the biggest gain in a month, after the U.S. and China, the two biggest energy consumers, cut interest rates to spur economic growth. Prices also rose because the dollar fell the most against the currencies of six major U.S. trading partners since 1998.

“The GDP number is a reminder that the economy, and with it energy demand, won’t be recovering anytime soon,” said Phil Flynn, senior trader at Alaron Trading Corp. in Chicago. ”After yesterday’s rally the focus is returning to fears about demand destruction.”

 

Falling Demand

U.S. fuel demand during the past four weeks averaged 18.9 million barrels a day, down 7.8 percent from a year ago, an Energy Department report showed yesterday.

“It took a while before we felt the full impact of high prices on demand, there’s usually a six-month lag,” Sieminski said. ”Now, we are waiting to see what the full impact of falling incomes will be.”

The Organization of Petroleum Exporting Countries increased oil supplies 0.5 percent this month because of higher exports from Iraq, according to provisional data from Geneva-based consultants PetroLogistics Ltd.

The group supplied 31.85 million barrels of oil a day in October, up 150,000 barrels a day from September, PetroLogistics founder Conrad Gerber said in a telephone interview today. Higher Iraqi output countered declines from Saudi Arabia, Kuwait and the United Arab Emirates.

 

OPEC Cuts

OPEC may curb only 850,000 barrels a day of oil supply by January, PFC Energy said in a report today. PFC expects Saudi Arabia to cut 600,000 barrels a day, the Washington-based oil consultant said. OPEC reduced its target by 1.5 million barrels a day after an emergency meeting Oct. 24.

Brent crude oil for December settlement declined $1.76, or 2.7 percent, to settle at $63.71 a barrel on London’s ICE Futures Europe exchange. Futures touched $68.35 earlier today, the highest since Oct. 22.

Exxon Mobil Corp. and Royal Dutch Shell Plc, the world’s biggest oil companies, posted gains in third-quarter earnings after crude oil’s surge to a record made up for slumping output.

Exxon Mobil netted $14.8 billion, up 58 percent from a year earlier, according to a statement today by the Irving, Texas- based company. Profit excluding one-time costs and gains was the highest ever for a U.S. corporation. Shell, based in the Hague, said its net income rose 22 percent to $8.45 billion. Both companies exceeded analyst earnings estimates.


Cotistas decidem manter fechamento do Fundo Galleas por seis meses

Outubro 30, 2008

Por Gustavo Kahil, InfoMoney.

Os cotistas do Fundo Galleas, especializado em small caps, decidiram aceitar a proposta do gestor e manter o fechamento por mais 180 dias, além de ampliar o prazo de resgate de 30 para 90 dias, mostram o fato relevante e a ata da Assembléia Geral de Cotistas realizada no último dia 28 de outubro em São Paulo.

De acordo com a nota, o Fundo Galleas Partners 1 FIA irá incorporar o Galleas 90 FIA, fato que ocorrerá no fechamento de 24 de novembro. Durante o período do fechamento, não poderão ser realizados resgates. As aplicações apenas serão abertas depois do prazo de dissidência de 10 dias.

 

Sem resgate antecipado

O pagamento dos resgates que haviam sido solicitados previamente ao fechamento do fundo foi aprovado pelos cotistas. Os cotistas decidiram também por retirar a opção de resgate antecipado com multa. O regulamento do Fundo foi alterado para vedar a possibilidade de operações no mercado de derivativos em valor superior ao patrimônio.

Os fundos foram fechados no último dia 14 de outubro. Em entrevista à InfoMoney em 17 de outubro, o sócio-gestor Marcos Elias afirmou que “foi um erro realizar um fundo de com 30 dias de resgate”. O UBS Pactual segue como administrador dos fundos.


Lupatech investirá cerca de R$ 15,5 milhões para elevar capital social de subsidiárias

Outubro 30, 2008

Por InfoMoney.

A Lupatech (LUPA3) divulgou em nota nesta quinta-feira (30) as deliberações de sua reunião do conselho de administração, dentre as quais destacam-se os investimentos em duas de suas subsidiárias.

De acordo com o comunicado, serão alocados aproximadamente R$ 493 mil para aumento do capital social da sua controlada Carbonox, localizada no Rio Grande do Sul.

Já em relação à subsidiária TCV Participações, o valor a ser acrescido no capital social da mesma é de R$ 15 milhões.


Quattor Petroquímica informa detalhes de oferta pública de aquisição de ações

Outubro 30, 2008

Por InfoMoney.

A Quattor Petroquímica (SZPQ4) divulgou em nota nesta quinta-feira (30) as minúcias de sua oferta pública de aquisição de ações. 

De acordo com o comunicado, o valor econômico da companhia situa-se no intervalo de R$ 2,128 bilhões a R$ 1,98 bilhão, o que corresponde a R$ 9,39 por ação e R$ 8,74 por papel, respectivamente.

 

Detalhes adicionais

Diante destas cifras, a Quattor Participações – controladora da petrolífera – ofereceu aos acionistas minoritários o preço de R$ 9,065 por ativo, equivalente à média apontada pelo laudo que estimou o valor de mercado da companhia. 

Por último, vale ressaltar que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) dispensou a limitação tanto do montante mínimo quanto do máximo de ações a serem adquiridas na oferta.


Lucro da Exxon Mobil avança acima do esperado, mas produção cai 8,2%

Outubro 30, 2008

Por Giulia Santos Camillo, InfoMoney.

Em linha com o que tem sido apresentado na temporada de resultados das grandes petrolíferas internacionais, a Exxon Mobil registrou avanço expressivo em seus indicadores operacionais do terceiro trimestre, superando a estimativa dos analistas. 

No período em questão, o lucro da maior petrolífera do mundo deu um salto de 58%, totalizando US$ 14,8 bilhões, ou US$ 2,86 por ação. No terceiro trimestre de 2007, a companhia havia reportado ganhos de US$ 9,41 bilhões, ou US$ 1,70 por ação.

No mesmo sentido, a receita da companhia subiu 35%, fechando o trimestre em US$ 137,7 bilhões, impulsionada pelos recordes atingidos pela cotação do petróleo no mercado internacional em julho.

 

Queda na produção

“Os fortes resultados no terceiro trimestre de 2008 demonstram o sucesso contínuo da nossa proposta de negócio disciplinada”, comemorou o presidente da empresa, Rex W. Tillerson. Segundo ele, os resultados do período em questão incluem os impactos dos furacões que atingiram o Golfo do México, sendo que grande parte das operações já está normalizada.

Do lado negativo, cabe ressaltar a empresa registrou uma queda de 8,2% na produção de petróleo, a maior desde pelo menos 1997. Dessa forma, a produção atingiu 3,6 milhões de barris por dia, o menor patamar desde que a Exxon comprou a Mobil, em 1999.

Apesar dos resultados terem superado as expectativas, as ações da Exxon Mobil abriram em queda no pregão de Wall Street, com desvalorização de aproximadamente 1%.


Após uma semana de desespero sem postagens um mega post.

Outubro 25, 2008


Mercados, da lógica ao medo

Outubro 25, 2008

Por Carlos Alberto Sardenberg, CBN.

A questão agora é a seguinte: supondo uma recessão mundial, com queda de investimento e consumo, o faturamento e o lucro das empresas vão cair.

Logo, o valor de suas ações será necessariamente menor. Assim, é lógico que as bolsas devem cair. Essa é uma típica explicação de economista: conta uma história correta, mas que não serve para nada. O que todo mundo
quer saber é qual o valor das ações em um ambiente de recessão mundial.

Ou, qual o ponto em que as bolsas mundiais se estabilizarão por já estarem adequadas ao tamanho da recessão? E não se pode responder porque não é possível definir as variáveis principais: o tamanho e a duração da recessão, os países que serão mais sacrificados e os setores que cairão mais.

Assim, o movimento nos mercados segue na base das emoções elaboradas em cima de dados e algum raciocínio. Dados sobre a economia real – faturamento e lucro das empresas e corte de empregos – e a lógica que leva à recessão e, pois, à queda dos mercados.

Aí vem o medo: vender antes que o mundo acabe. Mas também, em diversos momentos, aparece a cobiça: ações a preço de banana?


Cartoon…

Outubro 25, 2008


A “Grande Depressão” começou há 79 anos

Outubro 25, 2008

Por Andrea Ornelas,  swissinfo postado no blog Dinheiro Incrível

Dia 24 de outubro de 1929 foi a “quinta-feira negra” em que começou a pior crise econômica da história mundial.

Naquela época, a Suíça foi cautelosa em suas decisões e a economia resistiu bem nos primeiros meses. No entanto, uma vez instalada a recessão, o país levou mais tempo para se recuperar do que os outros.

Para os mercados financeiros internacionais, o capítulo da crise hipotecária nos Estados Unidos ainda não está encerrado.

Nas bolsas de valores, parece difícil acreditar que os diversos planos de socorro aos bancos anunciados pelos governos da Suíça, Estados Unidos e União Européia (UE) sejam remédios em doses suficientes para o doente.

Na Suíça, depois de o governo anunciar um programa de saneamento dos “papéis podres” do UBS e a recapitalização do Credit Suisse com dinheiro do Catar, a bolsa respondeu com alta de 6,6% no dia seguinte, mas as ações do UBS caíram 4,8%, desafiando a lógica financeira tradicional.

O que acontece? Por enquanto, há mais temores do que respostas.

Por outro, nesta sexta-feira (24/10), faz 79 anos que a queda vertiginosa da Bolsa de Nova York deu início à “Grande Depressão” da economia mundial e desde então esse fantasma nunca tinha sido tão forte como agora nos cinco continentes.

A Suíça é um país completamente distinto do que era há oito décadas. Suas reações, curiosamente, são exatamente as mesmas.

 

Quinta e segunda-feira “negras”

Na quinta-feira, 24 de outubro de 1929, a Bolsa de Nova York caiu 9% em algumas horas. Na segunda-feira seguinte, o choque foi pior com queda de 13% e os das posteriores viram quedas sucessivas até a perda de 90,5% do valor de mercado em três anos.

Os primeiros sinais de alerta tinham começado sete meses antes, em março de 1929, quando reinava uma euforia nas bolsas que não correspondia ao valor real das empresas.

Os especialistas começavam a falar de supervalorização, porém desconheciam ainda o efeito devastador de uma quebradeira geral, porque isso nunca havia acontecido.

Na Suíça, três bolsas operavam simultaneamente em perfeita normalidade: Zurique, Genebra e Basiléia.

Do outro lado do Atlântico, no início de outubro já corria o rumor (fundamentado) de que o Conselho da Reserva Federal (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, se reunia diariamente há duas semanas, o que semeou o pânico entre os investidores que temiam que algo de grave estava acontecendo.

Começou então a venda compulsiva e desordenada de ações e as bolsas despencaram. O presidente dos Estados Unidos era o republicano Herbert Hoover. Na Suíça, o presidente em exercício era Robert Haab, do Partido Radical Democrático (PRD).

 

A “Grande Depressão” suíça

O estudo “A grande crise dos anos 30″, de Jean-Christian Lambelet, professor da Universidade de Lausanne, narra com detalhes a “Grande Depressão” na Suíça.

Como em 2008, em 1929, quando o mundo entrou em pânico, a Suíça simplesmente observou e se manteve à margem de toda decisão tomada nos Estados Unidos e na Europa.

Para os suíços, de fato a crise ainda estava longe. Durante os três anos posteriores a 1929, a economia suíça funcionou com relativa normalidade enquanto os países vizinhos já enfrentavam retrocesso e escassez.

No entanto, quando a recessão atingiu a Suíça (1932), o país levou muito mais tempo para se recuperar do que outros países.

O panorama nos primeiros anos da “Grande Depressão” era o seguinte: os salários tiveram aumentam real de 20% na Suíça (1929-1933); nos Estados Unidos, o aumento foi de 11% e na França 9%. Porém, em 1938, os franceses ganhavam 53% a mais do que em 1929 e os suíços somente 9%.

O desemprego na Suíça foi multiplicado por 10 e foi criado o trabalho em jornada parcial, que não existia antes da crise.

A grande diferença entre a Suíça dos anos 30 e a atual é que naquela época os bancos serviram de apoio à recuperação do crescimento econômico. Desta vez, os gigantes UBS e Credit Suisse são os protagonistas da crise financeira.

 

E as bolsas…

As bolsas são os protagonistas mais vulneráveis do sistema financeiro, uma espécie de barômetro. Em Nova York, Wall Street levou 25 anos para recuperar o valor de mercado que tinha antes de 1929.

As três bolsas suíças (Zurique, Genebra e Basiléia) perderam 35% do valor durante a “Grande Depressão”, porém em todos os casos os mercados de ações reagiram com otimismo aos programas de urgência anunciados pelos governos daquela época.

Em 2008, nada devolve a tranqüilidade às bolsas. O índice Swx da bolsa suíça perdeu 48% de seu valor desde o início da crise hipotecária nos Estados Unidos, 13 meses atrás, quando se soube que o UBS e o Credit Suisse estavam envolvidos.

Isso se deve, segundo o Banco Cantonal (estadual) de Genebra (BCGE), ao fato de que o futuro do UBS – maior banco suíço – não está claro.

“Os grandes investidores que movem as bolsas consideram que ainda virão más notícias e o futuro do UBS ainda provoca temores na comunidade financeira”, explica uma análise publicada dia 20 de outubro.

De acordo com o BCGE, persistirá um otimismo prudente. Porém, o anúncio de que as taxas interbancárias – utilizadas por empréstimos entre bancos – estão caindo é um sinal positivo.

No entanto, o final de 2008 – como ocorreu em 1929 – ainda está longe de esclarecer qual será o desenlace da crise dos subprime e enquanto houver incógnitas, haverá volatilidade.

 

Visite o blog Dinheiro Incrível


Cheap stocks? They’re an illusion

Outubro 25, 2008

Sugestão de leitura: Msn Money por Jim Jubak


UBS: com a piora da crise, correções nos mercados deixam ações baratas

Outubro 25, 2008

Por InfoMoney.

As preocupações dos investidores migraram da crise financeira para os impactos desta sobre a economia mundial e, neste cenário, a recente correção nos mercados tem sido de base ampla, o que resulta em ações baratas. É o que avalia o UBS em relatório publicado nesta sexta-feira (24), em que traça um panorama geral sobre o mercado mundial de ações.

Para auxiliar no processo de lidar com os empecilhos que os investidores com uma visão construtiva e de longo prazo enfrentam, o banco tem rastreado papéis fora de seu universo de cobertura. E conforme análise, sugere que ainda existem companhias com bons fundamentos e, portanto, certa imunidade aos impactos do cenário econômico atual.

 

Valuation, crescimento, alavancagem e lucratividade

Neste contexto, o banco traçou recomendações para facilitar a avaliação e reconhecimento destas companhias. A simplicidade da igual ponderação, segundo os analistas, auxilia na percepção sobre qual desses fatores está mais atraente atualmente do que no passado.

No entanto, sugerem uma atenção especial para o valuation, dado os reduzidos preços das ações, em termos absolutos, ao passo que valores extremamente baixos colocam os investidores sob riscos das “armadilhas de valorização”. Assim, é nítida também a necessidade de maior enfoque nas condições atuais de crédito.

 

…mas acima de tudo, lucratividade

Os analistas explicam que a eficiência na remuneração do capital é de suma importância para provar que as companhias estão no caminho certo. Oportunidades de alavancagem financeira são escassas e o capital está se tornando efetivamente racionado, reiteram.

O crescimento cada vez menor em função da exposição a fontes externas, como a demanda asiática, commodities ou a próxima grande tecnologia, tem se mostrado latente. Todavia, sugere que empresas têm de se apoiar sobre a tradicional disciplina de alcançar retornos atrativos ao investirem os lucros acumulados.


Pré-sal: Santander aponta benefícios da atuação da Exxon Mobil para a Petrobras

Outubro 25, 2008

Por Gabriel Ignatti Casonato, InfoMoney.

A fim de manter o investidor atualizado com as últimas notícias e análises sobre a região do pré-sal, o Santander criou um relatório específico para interpretar e discutir seus impactos nas ações de Petrobras (PETR3 , PETR4) e Lupatech (LUPA3).

Na publicação desta sexta-feira (24), o banco avaliou as implicações do anúncio de que o consórcio liderado pela gigante norte-americana Exxon Mobil deu início às perfurações no bloco BMS-22, único localizado na região do pré-sal da Bacia de Santos que não é operado pela Petrobras.

 

Notícia boa para a Petrobras por três razões

Para os analistas, a notícia é positiva para a petrolífera brasileira por três razões. A primeira delas é que, mesmo não sendo a operadora, a Petrobras possui cerca de 20% de participação nesta aliança e deve se beneficiar de uma eventual descoberta de petróleo no local.

A instituição também lembrou que a Exxon tem apressado a exploração do bloco, pois tem só até março de 2009 para concluir suas operações na região, o que aumenta a possibilidade de um anúncio de descoberta nos próximos meses.

O terceiro motivo diz respeito ao grande potencial da região. O banco ressalta que o bloco está localizado próximo dos campos onde a Petrobras fez suas maiores descobertas de óleo e gás, como Júpiter e Tupi, deixando boas expectativas sobre a possibilidade de a Exxon ter sucesso nas perfurações.

 

Impacto neutro nas ações

Com relação ao impacto da notícia nas ações da Petrobras, o Santander afirma que no momento é neutro, podendo vir a ser positivo caso alguma descoberta seja confirmada. No caso da Lupatech, que possui grande parte de sua receita atrelada às operações da estatal, a visão é semelhante.

Vale lembrar que os papéis de ambas as empresas possuem recomendação de “compra” pelo banco.


Brazil Oil Debate May Delay Exploration by 2 Years

Outubro 25, 2008

Por Jeb Blount, Bloomberg.

Exploration of new offshore oil fields in Brazil may be hindered for two years because the government is having trouble writing rules to govern the finds, Julio Bueno, Rio de Janeiro state’s industry secretary, said.

“The political discussions will immobilize exploration in Brazil,” Bueno, former head of BR Distribuidora, the fuels distribution arm of Petroleo Brasileiro SA, Brazil’s state- controlled oil company, said in an interview in his office in Rio de Janeiro. ”I’m very cynical about anything getting done in the next two years.”

Exxon Mobil Corp., OGX Petroleo e Gas SA and other foreign and domestic oil companies are waiting to find out if they can take part in future oil-rights auctions. A review of the oilfield rules is two months late and may be further slowed by President Luiz Inacio Lula da Silva’s looming ”lame-duck” status ahead of elections in 2010, Bueno said.

Last November, the government removed blocks near the recently discovered Tupi field from auction and began studying whether Brazil needs a batch of more-restrictive rules governing foreign companies’ participation.

Tupi, which may contain as many as 8 billion barrels, is the largest discovery in the Americas since 1976.

“They are only putting up the least attractive and most risky fields,” Bueno said. ”We are having a debate that will go nowhere and can only hurt the Brazilian people.”

As industry secretary, Bueno tries to promote economic growth in the state of Rio de Janeiro, whose waters hold most of Brazil’s oil.

The committee is likely to recommend that Brazil end its oil-lease auction system for the fields near Tupi, which may reduce investment by foreign and domestic oil companies, he said.

Lula has said that existing concession contracts held by companies such as Exxon, BG Group Plc, Repsol YPF SA, Hess Corp. and Galp Energia SGPS SA will be respected.


Vale: resultado surpreendeu positivamente cinco analistas, de seis consultados

Outubro 25, 2008

Por Roberto Altenhofen Pires Pereira, InfoMoney.

Apesar das ações enfrentarem queda na sexta-feira (24), a Vale (VALE5, VALE3) agradou os analistas com seu resultado operacional. De maneira geral, o forte volume de embarques e os efeitos da apreciação cambial foram os tópicos mais destacados pelos analistas consultados. 

De seis pontos de vista diferentes, cinco demonstraram entusiasmo com os números citados; cinco recomendam compra da ação. Somente um destes cinco pesou mais para a cautela.

O balanço da Vale foi marcado por um lucro líquido de R$ 12,433 bilhões, o que representa um crescimento de 167% frente ao mesmo período do ano passado, além de ficar quase três vezes acima da média de projeções. As receitas atingiram recorde e a mineradora ainda anunciou que possui US$ 15,3 bilhões em caixa.

Ao comentar seus resultados, a Vale destacou esta sólida posição financeira e mostrou confiança frente ao período desafiador que a crise expõe à frente. O futuro das operações da Vale figura para os analistas como maior dúvida, pois divide as opiniões. Enquanto o Santander acredita que o quarto trimestre trará balanço ainda melhor, a corretora Brascan vislumbra forte pressão da deterioração das condições macroeconômicas.

 

Prós

Em sua análise, o Unibanco buscou destacar que o volume de embarques e os preços do minério de ferro mais que compensaram a queda do valor do níquel. A participação dos minerais não-ferrosos caiu de 42,2% no terceiro trimestre de 2007 para 25,5% no terceiro quarto deste ano, enquanto que a relativa aos minerais ferrosos passou de 49,0% para 65,8%.

Outro ponto destacado, pelo Banif, diz respeito ao período em questão. O terceiro trimestre sazonalmente traz melhores resultados para a empresa que o segundo quarto do ano. Com todos os principais indicadores superando as projeções do banco, os analistas se referiram ao balanço como “entusiasmante”.

Para a Brascan, uma referência que merece atenção é o incremento de 3,7 pontos percentuais na margem Ebitda – geração de caixa sobre a receita líquida – da empresa, “fruto de um aumento menos do que proporcional nos custos de produção, principalmente através da redução nas compras de níquel de terceiros”, nas palavras da corretora.

 

Contras

Na ponta negativa, o comentário mais cauteloso foi o da corretora Itaú. Mesmo considerando o balanço “levemente positivo”, os analistas destacaram que a restrição na produção siderúrgica deve impactar as operações da companhia, além de acreditarem que as ações das siderúrgicas, no momento, são melhor opção que os ativos da Vale, haja vista que este corte de produção pode sustentar o preço do aço.

A Itaú foi a única instituição das seis que colocou as ações da Vale como “na média do mercado”. Apesar de destacar o crescimento de alguns indicadores operacionais e vislumbrar disputa árdua pelo preço do minério de ferro, o banco suíço UBS avaliou o resultado como “sonoro”, e as ações como “baratas” em relação aos fundamentos que oferece.

 

 


Unibanco errou ao antecipar resultados para o mercado, avalia equipe do Banif

Outubro 25, 2008

Por Gustavo Kahil, InfoMoney.

A decisão do Unibanco (UBBR11) de publicar uma prévia dos resultados do terceiro trimestre nesta sexta-feira (24) assustou investidores e, na opinião da equipe da Banif Securities, foi um erro. As units do banco chegaram a recuar 20% durante a sessão. O resultado estava previsto para o dia 6 de novembro.

“A melhor opção seria a de ter publicado uma nota apenas com as operações da tesouraria. Precisamos lembrar que os resultados não são auditados”, explica a corretora. Durante o dia, especulações sobre os motivos que teriam levado a antecipação penalizaram fortemente os ativos.

Para Geraldo Travaglia, diretor vice-presidente do Unibanco, a opção pela divulgação antecipada dos dados se deve à demanda por informações oficiais nessa época de crise. “Queríamos falar a vocês com clareza”, afirmou o executivo a jornalistas durante teleconferência realizada nesta tarde.

 

Resultados

De acordo com a nota, o lucro líquido do Unibanco chegou a R$ 704 milhões no período. O patrimônio líquido da companhia atingiu o montante de R$ 12,9 bilhões, ao passo em que a margem financeira anualizada foi de 6,6% durante o terceiro quarto de 2008. A carteira de crédito cresceu 32,9% e somou R$ 74,3 bilhões nos três meses encerrados em setembro.

Segundo Travaglia, os clientes do Unibanco que têm exposição cambial são poucos: um total de 33 empresas exportadoras, portanto companhias que possuem lastro natural do risco, pois há entrada de dólares em seus balanços. “E todas possuem conceito de crédito ‘A’ ou ‘AA’”, completa Travaglia, acrescentando que os valores são muito pequenos, em média de R$ 30 milhões, sendo que o prazo é de três a quatro meses, com uma taxa entre R$ 1,80 e R$ 1,90.

Para a equipe do Banif, algumas pequenas empresas podem se tornar inadimplentes devido à exposição cambial inadequada. Porém, para companhias maiores, a tendência é de que ocorra a transformação do débito em crédito, com pagamentos em parcelas de longo prazo. “O investidor precisa entender que os bancos não podem virar as costas para clientes tradicionais”, diz a corretora.

 

Programa de recompra

Junto ao resultado, o Unibanco dobrou o programa de recompra iniciado em fevereiro deste ano para 40 milhões de units. Na visão do diretor, isso sinaliza ao mercado uma boa oportunidade de investimento. Segundo o Banif, não há risco de perda de liquidez porque o free float é alto.

Ao final do dia, as units da instituição encerraram com queda de 8,7%, negociadas a R$ 10,50. No ano, a queda chega a 55%. O Ibovespa encerrou a sessão com baixa de 6,91%, a 31.481 pontos.


Mercado procura os culpados, mas quem é o responsável pela devastação das bolsas?

Outubro 25, 2008

Por Roberto Altenhofen Pires Pereira, InfoMoney.

É da natureza comum procurar culpados por qualquer situação de desconforto, e da natureza dos mercados também. A crise devasta as bolsas com o mesmo ímpeto que o investidor busca explicações para o insucesso de sua aplicação. Sem poderio frente ao tamanho da crise e na falta de respostas plausíveis, apenas buscam-se culpados.

A crise apareceu em agosto do ano passado, mas suas raízes parecem mais profundas. Estourou há um mês. Por ela desfilam nomes como Bernanke, Greenspan, Bush, Clinton, Fannie, Freddie, Morgan, Lehman, Paulson, entre tantos outros. São muitos os potenciais culpados.

Antes, todos queriam apontar, mas ninguém queria assumir o rótulo. Agora, resolveram dividi-lo. Tentando começar pela raiz, parâmetro nos Estados Unidos. Como tudo apareceu primeiro nas hipotecas, surge o primeiro indiciado. Como não perceberam que oferecer um “tsunami de crédito”, poderia dar no que deu?

 

Não perceberam ou não quiseram perceber?

Ironicamente, Bush parecia saber exatamente o que estava por vir quando assumiu. Trouxe para a cadeira do Federal Reserve senão o maior, um dos maiores especialistas do mundo em crises econômicas. Foi direto em Bernanke, indicação pessoal. Seu antecessor, Alan Greenspan, é tido como culpado por muitos. Sua parcela na culpa, assumida por ele mesmo, vem com a liberdade dada a mercados que mostraram, bem depois, não estarem maduros o suficiente para tê-la.

 

Não fica só nos Estados Unidos

Pois bem. Até aí, a culpa fica nos Estados Unidos, mas o mundo não condenou. A indisciplina da maior economia do mundo não comprometia; ainda mais, colaborava em boa parte dos ganhos, da demanda, da alta rentabilidade dos ativos, da liquidez proporcionada pelo investidor estrangeiro.

As rédeas frouxas que incluem Greenspan, Bush e até Clinton entre os culpados converteram-se em bolhas. Bolhas especulativas no mercado imobiliário e no mercado de commodities. A disparada do petróleo virou menor patamar de 16 meses, tudo em um intervalo de junho a outubro. A inversão da tendência remete à perspectiva de menor demanda, mas a rapidez da virada sugere capital especulativo.

 

Mercado todo na mira

As bolhas também incluem a raiz inicial do problema, o setor imobiliário norte-americano. Quem ignorou os riscos ao apostar nas hipotecas hoje paga caro por isso. As agências de classificação de risco, que deveriam apenas “não ignorar” este risco, falharam e reconheceram seu erro. Chegaram a relacionar casos de má fé, perderam credibilidade.

O investidor não fica de fora, óbvio. Comprou empresas, ou melhor, ações que nem sabia o ramo de atividade. Comprou ações, não empresas. Ignorou fundamentos, alterou seu planejamento inicial e, em alguns casos, foi contra seus próprios princípios. Olhou apenas potencial de valorização, nada além disso.

 

Não aponte

O mercado todo procura identificar os culpados pela crise, mas todo o mercado parece, de alguma forma, envolvido na trama. Como na célebre frase: “quando apontar com um dedo, se lembre que outros três dedos teus apontam para ti”.


Cartoon…

Outubro 25, 2008


Onda de saques deve retirar até 15% do patrimônio de hedge funds até o fim do ano

Outubro 25, 2008

Por InfoMoney.

A onda de vendas que ajuda a derrubar os mercados promete mais turbulência até o final do ano. De acordo com analistas do Morgan Stanley, os investidores tendem a ampliar o ritmo de saques dos hedge funds, pressionando ainda mais os mercados e estendendo o que já é a maior fuga de capital dos últimos 50 anos.

As projeções apontam que os investidores ainda devem retirar cerca de 25% de suas aplicações dos hedge funds até o fim do ano. Com esse movimento, os administradores de fundos norte-americanos devem perder 15% de patrimônio líquido.

As estimativas para a Europa são ainda mais alarmantes. De acordo com a aposta do Morgan Stanley, os hedge funds europeus tendem a perder aproximadamente 25% de seu capital com a onda de retiradas.

Diante da deterioração dos mercados, a rentabilidade média dos fundos, mensurada pelo índice HFRX Global Index, já recuou 18% neste ano. Com a perspectiva de mais turbulência à frente, a tendência é que os investidores continuem liquidando posições, e pressionando os mercados.


“Some of the Conclusions Drawn are Simply False”

Outubro 25, 2008

Sugestão de leitura: Blog Economist’s View


O passado…

Outubro 25, 2008


Buy American. I Am.

Outubro 25, 2008

Por WARREN E. BUFFETT, no NYTimes.com

THE financial world is a mess, both in the United States and abroad. Its problems, moreover, have been leaking into the general economy, and the leaks are now turning into a gusher. In the near term, unemployment will rise, business activity will falter and headlines will continue to be scary.

So … I’ve been buying American stocks. This is my personal account I’m talking about, in which I previously owned nothing but United States government bonds. (This description leaves aside my Berkshire Hathaway holdings, which are all committed to philanthropy.) If prices keep looking attractive, my non-Berkshire net worth will soon be 100 percent in United States equities.

 

Why?

A simple rule dictates my buying: Be fearful when others are greedy, and be greedy when others are fearful. And most certainly, fear is now widespread, gripping even seasoned investors. To be sure, investors are right to be wary of highly leveraged entities or businesses in weak competitive positions. But fears regarding the long-term prosperity of the nation’s many sound companies make no sense. These businesses will indeed suffer earnings hiccups, as they always have. But most major companies will be setting new profit records 5, 10 and 20 years from now.

Let me be clear on one point: I can’t predict the short-term movements of the stock market. I haven’t the faintest idea as to whether stocks will be higher or lower a month — or a year — from now. What is likely, however, is that the market will move higher, perhaps substantially so, well before either sentiment or the economy turns up. So if you wait for the robins, spring will be over.

A little history here: During the Depression, the Dow hit its low, 41, on July 8, 1932. Economic conditions, though, kept deteriorating until Franklin D. Roosevelt took office in March 1933. By that time, the market had already advanced 30 percent. Or think back to the early days of World War II, when things were going badly for the United States in Europe and the Pacific. The market hit bottom in April 1942, well before Allied fortunes turned. Again, in the early 1980s, the time to buy stocks was when inflation raged and the economy was in the tank. In short, bad news is an investor’s best friend. It lets you buy a slice of America’s future at a marked-down price.

Over the long term, the stock market news will be good. In the 20th century, the United States endured two world wars and other traumatic and expensive military conflicts; the Depression; a dozen or so recessions and financial panics; oil shocks; a flu epidemic; and the resignation of a disgraced president. Yet the Dow rose from 66 to 11,497.

You might think it would have been impossible for an investor to lose money during a century marked by such an extraordinary gain. But some investors did. The hapless ones bought stocks only when they felt comfort in doing so and then proceeded to sell when the headlines made them queasy.

Today people who hold cash equivalents feel comfortable. They shouldn’t. They have opted for a terrible long-term asset, one that pays virtually nothing and is certain to depreciate in value. Indeed, the policies that government will follow in its efforts to alleviate the current crisis will probably prove inflationary and therefore accelerate declines in the real value of cash accounts.

Equities will almost certainly outperform cash over the next decade, probably by a substantial degree. Those investors who cling now to cash are betting they can efficiently time their move away from it later. In waiting for the comfort of good news, they are ignoring Wayne Gretzky’s advice: “I skate to where the puck is going to be, not to where it has been.”

I don’t like to opine on the stock market, and again I emphasize that I have no idea what the market will do in the short term. Nevertheless, I’ll follow the lead of a restaurant that opened in an empty bank building and then advertised: “Put your mouth where your money was.” Today my money and my mouth both say equities.

Warren E. Buffett is the chief executive of Berkshire Hathaway, a diversified holding company.


One Day Doesn’t Make a Trend

Outubro 25, 2008

Por ANDREW ROSS SORKIN, NYTimes.com

The banks aren’t lending. And despite what you have heard, they probably won’t start just yet.

The stock market may be way up on expectations of a credit thaw on Wall Street — and there has already been a minor one — but don’t hold your breath on Main Street. The dirty little secret of the government’s $250 billion handout to nine banks to get them lending again is this: So far, they have stuffed it under their mattress like the rest of us.

Need a mortgage? An auto loan? If you are a business or consumer, it’s almost as hard to get a loan this week as it was last.

Sure, there are some positive signs that the credit market is opening up a bit: Libor rates, the price at which banks lend to each other, have crept down in recent days, greasing the wheels of capitalism, or at least what’s left of it. Some banks, like JPMorgan Chase and Citigroup, actually made loans to banks in Europe on Friday. These are all important steps on the way to a recovery.

But make no mistake, the banks are doing the opposite of what Henry M. Paulson Jr., the Treasury secretary, sought when he virtually demanded that they accept the taxpayers’ money: They are hoarding it. It’s a bit like the government’s sending out tax rebate checks and the consumers’ not immediately running out and spending them.

“Our purpose is to increase confidence in our banks and increase the confidence of our banks, so that they will deploy, not hoard, their capital,” Mr. Paulson said in a statement Monday. “And we expect them to do so, as increased confidence will lead to increased lending. This increased lending will benefit the U.S. economy and the American people.”

Of course, with a $250 billion injection into America’s biggest banks — not all of which were troubled — Mr. Paulson has a political sales job to do. And no requirements to lend were attached to the money. (Some banks may use the money to buy others.)

But Mr. Paulson is making a big assumption about confidence, because until the real economy recovers — which could take more than a year — lending to Main Street is unlikely to return rapidly to normal levels.

“It doesn’t matter how much Hank Paulson gives us,” said an influential senior official at a big bank that received money from the government, “no one is going to lend a nickel until the economy turns.” The official added: “Who are we going to lend money to?” before repeating an old saw about banking: “Only people who don’t need it.”

Indeed, if there’s a reason the stock market went up Monday, it was because Fed chairman Ben Bernanke told Congress he was in favor of a second economic stimulus plan, a tacit acknowledgment that recent efforts to repair the financial system won’t be enough to dig the economy out of its rut.

Think about it: troubled companies are still troubled companies. And while banks often stupidly throw money at questionable companies in good times, they shut off the spigot in bad times.

On top of all that, the banks may still be in more trouble than they have disclosed. Indeed, the reason many may be holding onto the government’s cash is because they expect things to get worse not just for the economy, but for themselves.

Roger Bootle and Jonathan Loynes of Capital Economics in London wrote a sobering note on Monday about the cash infusions into European banks that may apply here as well. “We expect rising loan defaults and further asset write-offs over the next couple of years to practically wipe out the governments’ capital injections, leaving banks back at square one,” they said. “Given that banks will need to increase their capital in order to expand their lending book, these measures on their own are unlikely to prevent bank lending from stagnating.”

What else can government do? One of the last arrows in its quiver is the controversial idea of reducing the amount of capital banks must hold. That might make the banks more comfortable to lend, but it would put banks on an even less stable footing, and undermines the overall idea of injecting capital into banks in the first place.

That is not to say that Mr. Paulson’s $250 billion package won’t be helpful to the economy. It is a smart plan to help to encourage bank lending, which may prevent the economy from spiraling downward even more into a prolonged depression. And it should keep some more banks from going bust, which would have only added fuel to what seemed like an out-of-control fire. But it is not a silver bullet.

And the bailout also may be concealing another problem: Because the government gave money to both healthy and unhealthy banks, that may make it harder to tell which ones are in more trouble than the others. That’s why banks have been so wary of lending to other banks. Although a key gauge of this psychology, the Libor rate, has improved since governments moved to repair the financial system, some banks are still worried they can’t trust their counterparts to pay the loan back.

Ken Lewis, the chief executive of Bank of America, in an appearance on “60 Minutes” on Sunday night, said in perhaps one of the most revealing comments of the credit crisis that the reason strong banks like his got $25 billion apiece was to help conceal the weakness of those that have fallen into dire straits.

“If you have a bank in that group that really, really needed the capital, you don’t want to expose that bank,” Mr. Lewis said.

Still, Mr. Lewis says he’s bullish that things will eventually turn around, though he thinks we won’t see a bottom until at least the first half of next year. And he suggested that banks won’t keep money under the mattress forever. “You can make more money lending,” he said.

At least to people who don’t need it.


Vale destinará R$ 3,5 bilhões na segunda parcela de remuneração aos acionistas

Outubro 16, 2008

Por InfoMoney.

Nesta quinta-feira (16), a Vale (VALE5, VALE4) informou ao mercado que irá realizar sua segunda parcela de remuneração aos acionistas de 2008. O valor, de R$ 2,694 bilhões, somados com uma remuneração adicional de R$ 754,3 milhões, equivale a R$ 0,653 por ação ordinária ou preferencial em circulação da companhia.

Adicionando este valor com a remuneração já computada pelos acionistas a partir do dia 30 de abril, a Vale informou que, em 2008, distribuirá um total de R$ 5,558 bilhões o que, conseqüentemente, implica em um aumento de 55,53% quando comparamos com a distribuição de 2007.

 

31 de outubro

Conforme o comunicado, o pagamento será efetuado a partir do dia 31 de outubro de 2008 à todos os investidores que possuíam as ações da Vale negociadas na Bovespa no dia 16 de outubro e ADRs (American Depositary Receipts) no dia 23 de outubro.

Ademais, a companhia informa que, os detentores de ações que desejarem reaplicar automaticamente a remuneração ao acionista em ações da própria Vale poderão aderir ao programa Vale Investir, entrando em contato com os bancos credenciados para esta operação (Bradesco e Banco do Brasil).


Manchete japonesa ‘vende’ a Namisa e puxa disparada impressionante da CSN

Outubro 16, 2008

Por Roberto Altenhofen Pires Pereira, InfoMoney.

A disparada das ações da CSN (CSNA3) a instantes do fechamento da quinta-feira (16) impressiona. Os papéis vinham acompanhando o fraco desempenho da bolsa até a última hora de negócios, aí apagaram as perdas e subiram expressivos 17,29%. Foi a segunda maior valorização dentre as sessenta e seis integrantes do Índice Bovespa.

O motivo de tamanho impulso pode ser atribuído à questão Namisa. O jornal japonês Nikkei expõe em suas manchetes da manhã de sexta-feira a notícia de que um consórcio formado por grandes siderúrgicas asiáticas vai assumir 40% do pacote de mineração da CSN.

Segundo o jornal, fazem parte do consórcio a Nippon Steel, a JFE Steel, a Sumitomo e a sul-coreana Posco, entre outras empresas, e será “um dos investimentos mais expressivos em recursos naturais já realizados no setor”. As informações do Nikkei dão conta de que o grupo deve pagar algo em torno de US$ 3,95 bilhões pela fatia da Namisa.

 

Mercado na espera

Exatamente daí vem o estopim desta impressionante disparada evidenciada pelo gráfico diário da ação. O mercado trata a venda da Namisa como fator muito positivo à CSN, tendo em vista que os últimos dados operacionais do sistema Namisa – Nacional Minérios S.A., subsidiária da CSN – vem desapontando.

Para se ter uma idéia, o desempenho de mineração no primeiro semestre relacionou produção de 7,7 milhões de toneladas, muito longe da meta de 28,5 milhões estipulada para o ano. 

A expectativa, no entanto, é de que a CSN venda seu pacote de mineração de ferro, fator que amenizaria este efeito negativo. O valor de US$ 3,95 bilhões relacionado na matéria agrada ainda mais. O pacote Namisa (somatório da produção de minério de ferro, comercialização e MRS) tem valor especulado em US$ 10 bilhões pelo mercado. 

Valores agradam

O problema é que alguns analistas viam a questão com viés negativo, apostando em valor inferior. Para a equipe de análise do HSBC, a Namisa vale entre US$ 1,8 bilhão e US$ 2,6 bilhões. Se confirmados estes US$ 3,95 bilhões por 40%, os valores especulados anteriormente pelo mercado mostram-se bem próximos.

Contatada pela InfoMoney logo após o encerramento do pregão regular da BM&F Bovespa, a assessoria da CSN preferiu não comentar a notícia do jornal japonês, afirmando que comunicará o mercado caso o negócio seja concretizado.


CDS update: “A recessionary mood is setting in”

Outubro 16, 2008

Por Markit’s Gavan Nolan, blog  Alphaville do Financial Times.


Utilities and financials were the only two sectors to tighten today in Europe in another session permeated by pessimism. The latter sector was helped by the Swiss government becoming the latest to unveil a rescue package for banks. UBS will issue SFr6 billion in mandatory convertible notes to the government, giving them a 9.3% stake. So far, the Swiss plan doesn’t not differ vastly from the “Brown” blueprint. But the next stage is a significant departure. UBS will use the proceeds of the Sfr6 billion issue to take illiquid assets off its balance sheet. The government has set up a SFr60 billion fund – or a “bad bank” – that will take troubled assets of banks’ books. The remaining SFr54 billion will be provided as a loan by the Swiss National Bank, which will administer the new bad bank. UBS’ balance sheet will obviously look a lot cleaner after it has offloaded the assets, which will include US and non-US illiquid securities. Unsurprisingly it was the best performer today.

Its rival Credit Suisse had a less enjoyable day in the credit markets. It too announced plans to recapitalise. But it turned down the offer of state assistance in favour of capital from private sector investors and sovereign wealth funds. The bank will raise SFr10 billion from a group of global investors, including the Qatar Investment Authority. Both UBS and Credit Suisse will now have strong capital ratios. But credit investors view the involvement of the state positively in this age, and Credit Suisse spreads private sector solution was greeted less favourably. The basis between the two firms reached its narrowest level since June.

Elsewhere in Europe, there was little to cheer about outside the financial sector. A recessionary mood is setting in, with the number of widening credits in the Markit iTraxx Europe index outnumbering tightening names by 5 to 1. The index itself broke through the 140bp barrier before recovering slightly later in the day. Supermarket chains – often thought of as defensive names – were among the worst performers. The move was indicative of the negative sentiment affecting the market. More illustrious companies, such as luxury goods firm LVMH, also widened sharply.

 

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Oil Falls Near $70 a Barrel, 16-Month Low, Alarming OPEC

Outubro 16, 2008

Por JAD MOUAWAD, NYTimes.com

Oil prices plummeted on Thursday, falling below $70 a barrel for the first time in 16 months, and prompting the OPEC cartel to call for an emergency meeting next week.

The rapid decline in prices had alarmed petroleum executives and oil producers who are becoming increasingly nervous that it is undermining the stability of energy markets.

Oil prices have dropped sharply in recent weeks amid the economic crisis and lower consumption in developed nations. In New York, oil futures fell as much as 8 percent, to $68.57 a barrel, on Thursday, their lowest since June 2007. At the close, oil was down $4.69 a barrel, to $69.85.

Oil has lost half its value since hitting a record closing price of $145.29 a barrel in July.

While not a quite rout, the precipitous drop undermines the elusive quest for stability that both oil producers and petroleum executives say they need to invest over the long term. Thursday’s sharp decline moved OPEC members to schedule an emergency meeting for next week to look for ways to stem the price decline. Analysts expect the cartel’s producers to reduce their production by about a million barrels a day.

The surprise announcement came a week after the Organization of the Petroleum Exporting Countries, which controls about 40 percent of the world’s oil exports, said its members would meet in November “amid growing unease over the situation.” But some OPEC members have been alarmed at the panic selling in the commodity markets and successfully lobbied for an earlier meeting.

The concern now for both producers and petroleum executives is that the fall-off in prices could crimp investments and reduce revenue. Iran’s oil minister, Gholamhossein Nozari, told reporters in Tehran on Tuesday, “I think the low price is a real damage to the future of production.”

The same question is also weighing on the mind of many energy experts: Is the oil industry about to repeat the errors of the past, and slash investments as prices fall? Since oil is a cyclical business, some energy analysts fear that today’s downturn could set the stage for a new price rally if oil companies cut their exploration spending.

From its inception more than a century ago, the oil industry has gone through countless cycles, and oil companies have often underinvested in periods of falling prices. The price collapse of the 1980s forced companies to slash investments and prompted a wave of mega-mergers through the sector.

But the industry’s retrenchment in the face of lower prices left the world scrambling for oil when demand from Asian and Latin American economies soared.

Now, after nearly a decade of growth, the economic slowdown means there will be less demand for energy in the foreseeable future.

These concerns were on the minds of petroleum executives who gathered at an industry conference in Venice last weekend. The titans of the oil industry worried that a prolonged recession, tighter credit and lower energy consumption would mean slower growth in energy supplies in coming years. The credit freeze has already forced some projects to be scaled back, some energy analysts said.

“This is a real test,” Jeroen van der Veer, the chief executive of Royal Dutch Shell, said during an interview on the sidelines of the conference. “Some people will be overstretched and there will be some delays in some projects.”

But if companies pared their investments, they would set the stage for a surge in prices when demand eventually picks up, said J. Robinson West, the chairman of PFC Energy, the consulting company that held the conference.

Many experts have warned that such a squeeze may occur in the next five years, and could once again propel oil prices into triple-digit territory. In the last decade, the growth in oil consumption has outpaced the ability of producers to increase production.

A senior oil executive said that the industry was determined not to let history repeat itself. Many oil executives do not expect the current crisis to fundamentally alter the fact that developing economies will need more energy. By 2030, more than three-quarters of the world’s energy will still be derived from hydrocarbons, including oil, gas and coal.

“Investments in exploration and production are very much linked to the price of oil,” said Didier Houssin, the head of oil markets at the International Energy Agency, which advises industrial nations on energy policy. “What we can fear is that the financial crisis leads to delays in many projects.”

The drop in prices has already created problems for producers, who have become accustomed to high prices. Iran and Venezuela both need oil prices at $95 a barrel to balance their budgets, Russia needs $70, and Saudi Arabia needs $55 a barrel, according to Deutsche Bank estimates. Algeria’s oil minister, Chakib Khelil, estimated on Thursday that the “ideal” price for crude oil was $70 to $90 a barrel.

In Russia, which is not part of OPEC, the drop in prices is threatening to the country’s ability to bolster production. The Russian government has reportedly agreed to allocate $9 billion to its four major producers — Lukoil, Gazprom, Rosneft and TNK-BP — to help them cope with investment needs amid the credit crisis.

In the United States, Chesapeake Energy, a gas producer, has recently indicated that it will reduce its capital investments over the next few years in response to falling prices.

Global oil demand is undeniably slowing, particularly in developed nations. Japanese oil consumption dropped 12 percent in August, while in the United States, demand has been cut by 8 percent in September.

Still, consumption is growing in developing nations, albeit at a slower pace. The International Energy Agency expects global oil demand to grow by just 400,000 barrels a day this year, to 86.5 million barrels a day. At the beginning of the year, the agency was expecting growth of more than 2 million barrels for 2008.

“We pretty much know where supplies are going to come from in future years, but today the biggest uncertainty is demand,” the chief executive of the French oil company Total, Christophe de Margerie, said.


Calling the next commodities boom

Outubro 16, 2008

Por Paul Murphy, blog  Alphaville do Financial Times.

There’s evidently much irritation in the house of Goldman Sachs this week as the commodities research team have been forced to cut their raw price targets across the board.

The firm accepts now that Chinese urbanisation alone cannot out weight the effects of a global recession – something that the rest of the commodities market is now busily pricing in. And so to the new GS forecasts:

There are some big cuts in there – with the exception of gold, lead and nickel.  What Goldman and others are waking up to is that Chinese growth in particular would have to accelerate away from here simply to absorb raw materials no longer required in the West. As Peter Mallin-Jones and his team told clients:

We would like to be wrong, but believe it is prudent at present to prepare for an environment in which supply outstrips demand. This implies metals prices are set by marginal costs, rather than acting as a rationing mechanism. We do note that in a lower metal price environment, projects are also likely to be delayed, and if severe enough, existing mines may well be shut in rebalancing the market.

But the commodities bulls are not going to go away quietly; a hard landing will encourage a bigger, subsequent bounce, in Goldman’s view:

Perversely, this is likely to lead to a period of rapid price rises in an economic recovery, as metals demand is likely to swing markets back into deficit, returning tight market balances to a period of demand rationing.

 

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Mais um cartoon de desespero…

Outubro 16, 2008